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Desenvolvimento Local e Liderança
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Visitas de Campo
As idas a campo são essenciais para que o conhecimento da realidade possa ocorrer de modo mais direto, não intermediado pela fala/visão dos que podem dar notícias sobre ela. Deve permitir a percepção direta das situações e das relações estabelecidas nos locais visitados que são escolhidos como um recorte dessa realidade capaz de oferecer exemplos sobre algumas das dimensões estudadas neste Seminário.
Em cada local visitado, serão feitas observações, entrevistas, conversas informais e, eventualmente, tiradas fotos (sempre com a permissão prévia da comunidade e/ou da pessoa retratada).
Estão programadas visitas a dois locais:
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uma pequena visita ao Projeto Escola Zé Peão – salas de aula em canteiros de obras (ver texto “Porque o futuro começa agora”), no dia 16/3 (terça-feira), das 19h00 às 20h00;
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uma visita em maior profundidade ao Assentamento Padre Higino – comunidade em assentamento rural, dia 15/3 (quinta-feira), pela manhã e parte da tarde.
Essas atividades devem contribuir para o conjunto de objetivos do Seminário, com aportes mais diretamente aos seguintes objetivos específicos:
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Discutir alguns dos pilares e conceitos fundamentais do Programa;
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Discutir as propostas (pré-projetos) explicando a realidade da região, os objetivos do grupo e as instituições proponentes;
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Conhecer os demais participantes – pessoas, propostas e instituições;
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Integrar a turma, ao compartilhar e trocar experiências;
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Aperfeiçoar cada proposta (pré-projeto), considerando as idéias discutidas no Seminário e as contribuições dos demais participantes.
Em seguida, vamos apresentar uma proposta com relação à forma de organização da visita e sistematização das observações feitas, chamando a atenção, também, para alguns procedimentos e atitudes importantes nas relações que vão ser estabelecidas com as pessoas e os ambientes visitados.
Visita ao projeto escola Zé Peão
Para essa visita, os participantes do Seminário serão divididos em 8 grupos. Cada grupo irá observar uma sala de aula do Zé Peão, buscando compreender a metodologia utilizada, sentir o clima existente e o tipo de conteúdos abordados.
Cada equipe entrará numa sala de aula, se apresentará e, em seguida, observará o processo da aula durante 20 a 30 minutos.
Em seguida, os alunos serão divididos em 3 ou 4 grupos (de acordo com o número de pessoas na equipe), de modo que cada membro da equipe possa conversar com um dos grupos formados. Num dos grupos poderá estar o(a) professor(a).
A idéia é entrevistar os alunos para conhecer um pouco sobre sua realidade, sua origem, trajetória pessoal, aspirações etc. E como eles vêem o “Zé Peão”, a função do Sindicato, sua relação com a Universidade e com as Empresas de construção civil. Cada participante guardará as observações feitas e as levará para o trabalho em grupo que ocorrerá no dia seguinte, ao final da tarde.
Visita ao assentamento
Essa visita será organizada em 7 etapas:
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Divisão prévia em 5 equipes com definição do objetivo e temas a serem observados por cada uma delas (na véspera)
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Chegada ao local, apresentação geral e agregação de um monitor a cada equipe
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Visitas com entrevistas e anotações
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Sistematização das informações para devolutiva
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Análise e interpretação das relações interinstitucionais no assentamento pelos monitores e atores locais, com observação dos demais integrantes das equipes
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Análise e interpretação das relações interinstitucionais na realidade local de cada grupo do Pronord 2004
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Devolutiva às comunidades e instituições visitadas com ajuda do grupo ATORES e dos Monitores que acompanharam a visita
Divisão nas equipes e definição dos objetivos e temas
A turma toda, na véspera (quarta-feira), discute os objetivos propostos e temas a serem observados, que serão encaminhados como sugestão do Grupo ATORES. Os temas propostos vão estar associados aos representantes da comunidade local que atuarão como monitores das equipes. Serão 5 equipes, cada uma assumindo um olhar, alguns focos específicos de observação, e fazendo um roteiro de visita de acordo com esses focos.
Cada equipe será também monitorada por um participante do Grupo ATORES que conhece o local e suas instituições.
Um dos resultados esperados, após a visita, será uma análise institucional do Assentamento, tomado como exemplo, para que em seguida cada Grupo proceda a uma análise semelhante sobre a sua realidade local/regional. Assim, um foco comum a todos os grupos será o olhar sobre as relações dessa comunidade com as instituições internas e externas a ela.
A análise institucional que nos propomos a desenvolver aqui, buscará clarear as relações entre os grupos, instituições e movimentos internos e externos a essa comunidade, evidenciando proximidades e distâncias, sua relevância, função, etc. A análise ocorre estimulada por uma dinâmica simples que usa símbolos e representações como meio de comunicação: a técnica de “Diagrama de Venn”.
Funções específicas
Todos estarão, em princípio, observando e anotando tudo o que for considerado relevante ou afetar a sua percepção, mas é importante sempre dirigir a atenção para os temas específicos da equipe.
Quando se tratar de entrevistas individuais, a equipe pode se subdividir, ficando 2 ou 3 pessoas com cada entrevistado. Uma pessoa faz o papel de entrevistador/animador, prestando muita atenção na pessoa entrevistada, sem desviar a atenção (nem o olhar) do interlocutor. Por isso, não é bom que o entrevistador/animador esteja anotando: os outros farão isso.
Ao anotar uma fala, é muito importante que esta seja redigida com as palavras e nos termos do entrevistado, e não como uma interpretação resumida/presumida do anotador. Isso costuma ser bastante difícil, e é mais um motivo para se aconselhar ter sempre pelo menos 2 anotadores em cada entrevista!
Visitas com entrevistas e anotações
As entrevistas que mais funcionam são as do tipo “puxando conversa”, de modo descontraído e respeitoso. Os assuntos são inspirados nos temas e no roteiro propostos mas, no desenrolar da conversa, deve haver espaço para explorar outros temas relevantes que surgem espontaneamente por interesse dos interlocutores. Enquanto se desenrola a entrevista, os que observam devem prestar atenção a tudo e anotar não só as conversas, mas os olhares, gestos e expressões, além dos objetos, condições do espaço, etc.
Em geral, cada um tende a ter um olhar mais profundo para os temas que conhece bem ou com relação aos quais tem maior curiosidade. É sempre interessante que haja trocas de idéias e provocações entre o grupo. Cada qual será, assim, um pouco “informante” dos demais.
Por outro lado, não esquecer que o monitor de cada grupo deverá também ser entrevistado e “provocado” para mostrar seus conhecimentos e dar seus pontos de vista sobre os ambientes visitados e sobre as questões humanas e institucionais previstas no roteiro, ou que surjam durante a visita.
Avaliações e revisões ao final de cada período
Nossa visita será dividida em duas etapas – antes e depois do lanche. Ao final de cada etapa a equipe toda deve se reunir, revendo observações e dificuldades encontradas. Nessa hora, verificar com relação a quais temas a equipe já avançou, quais ainda não foram cobertos, e quais assuntos estão surgindo como importantes embora não constassem antes como temas previstos.
Nesse momento, a equipe reflete sobre: como sua presença está impactando a comunidade e/ou as instituições locais; as impressões causadas; se foram criadas expectativas; se houve algum mal-entendido ou problemas que podem e devem ser resolvidos a tempo. A esse respeito, ver as recomendações sobre procedimentos e atitudes.
Sistematização das informações
O período da tarde será dedicado à sistematização das visitas de campo e à produção de uma síntese com análises e conclusões. Inicialmente, é preciso garantir que todas as anotações estejam agrupadas por tema: as frases são repassadas para cartelas e coladas num determinado “cartaz” de acordo com o tema ao qual elas correspondem. Cada tema terá seu próprio cartaz. Esse trabalho exige interpretação do significado das frases para que sejam classificadas e expressas, às vezes, de modo sintético. Desenhos e diagramas podem também ilustrar determinadas constatações ou frases em seu devido cartaz.
Análise e interpretação – questões, decisões
Com apoio nos “cartazes” por tema, cada equipe apresentará aos demais um relato-síntese que destaque os principais aspectos, conquistas, problemas, desafios, etc. observados nas áreas visitadas, tirando daí conclusões em termos de observações institucionais que poderão contribuir para a análise institucional que será feita em seguida; e descobertas feitas pelos participantes que tiverem percebido melhor, a partir desta experiência, a sua própria realidade.
Em seguida, com o conjunto de Monitores, será aplicada a técnica de construção de um “diagrama de Venn” para o caso do Assentamento Padre Higino. Os demais participantes das equipes ficarão observando a atividade, sem intervir. Ao final, poderão fazer perguntas e expressar dúvidas, sugestões, etc. Assim, estarão começando a dominar essa técnica que é um instrumento muito interessante que é bastante usado em diagnósticos participativos.
Após essa etapa, cada Grupo se reunirá e, com apoio de um técnico da ABDL, aplicará a técnica do Diagrama de Venn à sua própria realidade.
Por último, cada grupo apresentará aos demais o resultado de sua análise.
Devolutiva às comunidades e instituições visitadas
O conjunto de cartazes, registros, fotos, constatações e observações feitas pelo grupo podem, juntos, constituir um documento em que se expõe uma interessante visão do Assentamento sob a ótica de um grupo externo. Esse documento deve ser encaminhado às pessoas que participaram das visitas, na função de acompanhantes ou entrevistados, bem como às instituições envolvidas. Para isso, será necessário que:
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algumas pessoas se prontifiquem a tirar cópias das fotos e encaminhá-las ao Grupo ATORES;
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o Grupo ATORES e os Monitores se encarregam de entregar às comunidades e instituições visitadas todo o material: os cartazes, as fotos e o resultado do Diagrama de Venn. Essa entrega, de preferência, será feita de modo a possibilitar correções, na perspectiva dos atores sociais envolvidos; e a gerar discussões. E até, se for o caso, enviar as observações e complementações feitas pelos atores locais para os demais Grupos do Pronord e da ABDL.
Procedimentos e atitudes importantes
A turma do Pronord vai entrar numa área à qual ela não pertence, com exceção do pessoal do Grupo ATORES. Deve proceder, portanto, com o maior cuidado e respeito para não interferir afetando e prejudicando relações já estabelecidas, seja em respeito à comunidade e lideranças locais, seja em respeito ao próprio Grupo ATORES que depois ficará lá “segurando a barra” em caso de algum problema ser gerado.
Aparentemente isso nem precisaria ser dito, pois todo o pessoal dessa turma é amplamente consciente da necessidade de ter respeito e consideração pelas pessoas. No entanto, mesmo com a maior boa vontade, podemos não estar atentos para determinados fatores. Assim, vamos apresentar a seguir alguns cuidados que as pessoas com prática nesse tipo de intervenção nos recomendam, tanto para facilitar o contato e garantir um fluxo mais rico de informações, como para evitar problemas.
Os entrevistadores/animadores cumprem um papel de facilitador nesse contexto. Transcrevemos, a seguir, algumas recomendações para quem exercer esse papel :
“Humor e humildade são virtudes muito desejáveis na personalidade de quem quer facilitar o processo de participação. (...) O facilitador precisa estar ciente [de que] o abuso dessa posição inibe ou faz o processo retrair-se a ponto de quem já resistia à mudança passe a fazê-lo com mais ímpeto ainda. (...) Assim, necessitará estar aberto a reconhecer os próprios preconceitos, procurando não se precipitar frente a qualquer crítica, mas refletir sobre a mesma. É fundamental ser receptivo ao comportamento do grupo, mesmo que não concorde com ele, procurando não transmitir suas próprias necessidades. Lembramos que a compreensão é difícil, mas temos de tentar perceber, antes, os rituais das culturas organizacional e local com as quais estamos lidando.”
“O facilitador deve saber ouvir e entender, saber opinar e calar, sendo simples no seu jeito de ser. Uma virtude, é ser respeitoso frente às opiniões dos participantes, saber admitir seus erros, não manipular o processo, sendo um ator participativo convicto. (...) Deve ter clareza de sua posição frente ao grupo, da sua autoridade, já que ocupa uma posição vantajosa em relação aos demais, devendo ter o conhecimento da direção e orientação do processo. Deve procurar despertar a auto-estima dos participantes, mobilizando suas necessidades e interesses comuns, tendo como resultado um comportamento grupal tanto melhor quanto mais mobiliza o grupo.”
“Facilitar o processo participativo requer também que se distribua fartamente muita consideração individual. Dentro desta consideração está a escuta e a compreensão das necessidades e experiências dos diferentes indivíduos envolvidos.”
Em síntese, as recomendações gerais, para toda a turma são:
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A primeira coisa a ser feita, SEMPRE, é cada entrevistador ou anotador do grupo apresentar-se ao(s) entrevistado(s) e deixar bem claro o objetivo da visita (para que vão servir as informações coletadas). Em seguida, deixar que a(s) pessoa(s) entrevistada(s) se apresente(m).
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Sempre pedir licença e deixar o pessoal bem à vontade para negar, se for o caso, antes de fotografar (ou gravar). Se alguém prometer enviar depois as fotos, RESPONSABILIZAR-SE PARA QUE ISSO ACONTEÇA DE FATO!
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Quando forem passadas informações ou colocações da turma, usar linguagem acessível, evitando termos e palavras não usuais.
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É sempre bom utilizar o humor e o bom-humor no contato com pessoas ou grupos, especialmente se algo parece preocupar ou tencionar esse grupo.
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O espaço de fala é das pessoas entrevistadas, e não dos entrevistadores: é preciso ficar na posição da ESCUTA, não trazer informações “para ajudar” ou “para esclarecer”, pois isso bloqueia imediatamente as pessoas dispostas a falar.
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Quando algum entrevistado fizer alguma afirmação que “arrepia” algum(ns) entrevistador(es), lembrar que sua função é OUVIR e não retrucar ou se colocar na defensiva, menos ainda “mostrar que não é bem assim”. De novo, lembramos que vocês estarão lá para ouvir, e não para “dar recados” ou interpretar. Assim, não basta não responder. Também não se deve denotar espanto ou reprovação no rosto, no olhar ou em exclamações. O melhor é fazer “cara de paisagem” tanto para afirmações que nos agradam muito (não reforçar, pois é o mesmo que corrigir), quanto para aquelas que possam nos revoltar.
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Quando houver alguma afirmação que o entrevistador considera muito relevante, seja por positiva, seja por negativa (do seu ponto de vista, lembre-se,) pode procurar aprofundar com outras perguntas: – Me explique melhor. Você acha isso mesmo? Como acontece isso? Porque?
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No caso de haver um grupo sendo entrevistado, provocar diálogos horizontais entre os entrevistados, dando oportunidade a todos para se colocarem (provocando, com bom humor). Especialmente quando houver informações mais graves, remeter ao grupo: – Vocês também concordam com isso? Quem acha que é assim mesmo? Alguém pensa diferente? Lembrar que, nesse momento, não se busca a formação de consensos, somente as opiniões dos entrevistados, sejam elas unânimes ou discordantes.
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O entrevistador/animador deve lembrar de estar sempre com seu olhar dirigido ao(s) interlocutor(es), evitando distrair-se com os colegas, objetos ou circunstâncias externas: ficar ligado e realmente ouvindo com muita atenção ao outro, animando-o a falar, a expressar suas idéias e preocupações, sendo cordial e tranqüilizando-o.
Por último, mais uma lembrança. Há sempre dois grandes riscos em processos de uma visita desse tipo: o acirramento de conflitos e a frustração de expectativas.
O acirramento de conflitos, caso surjam discussões ou venham à luz problemas até então mantidos em silêncio, pode ser minimizado pela clareza sobre o objetivo do levantamento, sobre os limites do papel dessa visita e por uma condução hábil dos entrevistadores.
Já a frustração de expectativas pode ser evitada, novamente, esclarecendo-se sempre o alcance e a finalidade do levantamento realizado. Mas, principalmente, cumprindo o combinado. Visitas e pesquisas realizadas para o bem do pesquisador, que nada deixam de válido para os agentes entrevistados, caracterizam uma situação de uso, uma relação autoritária bem insustentável. Assim, consideramos da maior importância que, no caso da turma do Pronord, a comunidade e as instituições visitadas tenham acesso aos resultados desses levantamentos. Se a turma concorda com isso, deve deixar essa intenção bem clara para os participantes das entrevistas e, principalmente, CUMPRIR O PROMETIDO!!!
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