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PAC esquece reforma agrária e agricultura familiar, critica Contag

13/04/2007
Carolina Pimentel Repórter da Agência Brasil
Brasília - "O filme do crescimento econômico sem distribuição de renda, nós já vimos", lamenta presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Manoel dos Santos. Refere-se ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que, segundo ele, não contempla um modelo econômico que inclua a reforma agrária e os agricultores familiares.
"O PAC, na nossa avaliação, não diz nada diretamente em relação ao campo e aos trabalhadores da agricultura familiar. Está mais voltado para o setor empresarial", disse, após encontro com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
O aumento de R$ 10 para R$ 12 bilhões do orçamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) foi um dos pedidos apresentados por Manoel dos Santos a Lula. Também foram exigidos mais recursos para assistência técnica e combate à violência no campo.
Segundo ele, o presidente Lula afirmou que avaliará a pauta de reivindicações com a equipe ministerial. Os pedidos fora divididos em onze áreas: política agrícola, reforma agrária, conflitos agrários, meio ambiente, previdência social, educação do campo, saúde, terceira idade, proteção infanto-juvenil, assalariados rurais e esporte, cultura e lazer para a juventude.

Agricultores querem que Lula assuma metas para reforma agrária

Carolina Pimentel Repórter da Agência Brasil
Brasília - A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) quer que o governo federal defina metas reforma agrária para o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Quando o governo não faz a afirmação de qual é a meta, ele fica publicamente sem o compromisso de ter de responder por aquilo que assumiu antecipadamente", defendeu o presidente da Contag, Manoel dos Santos, após audiência com Lula.
O governo federal não definiu metas para a reforma agrária nos próximos anos. Em janeiro, apresentou o balanço das metas do primeiro mandato de Lula. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) reclama da falta de detalhamento dos números, que impediria saber se as metas foram realmente cumpridas. "Precisa ser estabelecido qual será a meta do governo, mesmo que ele não assuma totalmente os compromissos pautados pelos movimentos sociais, mas ele tem que dizer o que vai fazer", afirmou Manoel dos Santos.
Uma das reivindicações dos trabalhadores rurais é o assentamento de 250 mil famílias, por ano, até 2010. O Ministério do Desenvolvimento Agrário informou que as metas para os próximos quatro anos estão em estudo. De 2003 a 2006, o governo assentou 381.419 famílias em todo o país, sendo 136.358 no último ano, de acordo com o ministério. A meta era assentar 400 mil famílias no primeiro mandato.

13 de Abril, 2007
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está no rumo da Sustentabilidade Ambiental e Crescimento econômico
está no Rumo do Crescimento Econômico, mas a sustentabilidade depende de condições
está no rumo da sustentabilidade ambiental, mas não vai crescer
não está no rumo da sustentabilidade ambiental e nem do Crescimento Econômico
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