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Vivemos o apogeu da expansão voraz do capitalismo dos oligopólios, dos conglomerados e da especulação financeira, cuja penetração subverte todas as relações político-culturais e contamina corações e mentes de jovens e adultos; homens e mulheres; trabalhadores e intelectuais; e, sobretudo, dos homens de negócios. No contexto de uma era marcada pela marcha vitoriosa da economia de mercado, qual seria a relevância do discurso e da prática de uma economia solidária?
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A palavra progresso não tem nenhum
sentido enquanto ainda existirem
crianças infelizes –
Albert Einstein
O progresso técnico seria a resposta aos males de nossa sociedade? O presente texto procura contribuir para o debate sobre os prováveis impactos de inovações tecnológicas nos diferentes setores do complexo sistema social, econômico e político que caracterizam as sociedades contemporâneas.
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Vários leitores têm reagido aos meus textos. Criticado a visão, segundo eles, excessivamente pessimista de minhas análises e previsões. Afinal, assim argumentam, a economia mundial e a brasileira estão crescendo, ciência e tecnologia estão avançando e o regime democrático estaria se fortalecendo, na América Latina e, também, na África.
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A dinâmica das relações internacionais manifesta-se por tendências freqüentemente contraditórias. Indubitavelmente, ocorre um movimento poderoso de integração econômica e financeira impulsionado pelas necessidades de expansão do grande capital e facilitado por uma série de inovações tecnológicas de enorme impacto no sistema produtivo.
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Confira como foi o bate-papo realizado em 21 de setembro de 2004 com o Prof. Henrique Rattner. O debate foi sobre o tema "Inovação, produtividade e desenvolvimento".
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O titulo sugere um exercício de prospectiva a partir de uma análise do momento histórico atual. Vivemos um período de grandes transformações, em todas as esferas da vida social e cultural, e todas as mudanças trazem em seu bojo elementos de incerteza e insegurança quanto ao dia de amanhã.
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Em artigo recente (“O governo Lula e a conciliação das elites”– Folha de S.Paulo, 18/1/04) o ministro Tarso Genro, com incontestável argúcia, tenta realizar um exercício de malabarismo intelectual para convencer as vozes mais críticas da política do governo Lula, acusando-os de resvalar para o oportunismo e o pragmatismo “útil”, típico dos governos anteriores.
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O processo da globalização, complexo e contraditório em seus impactos nos estados nacionais, afeta também as comunidades locais. Mesmo permanecendo solidários com seus estados e a federação, os municípios conquistaram, desde a Constituição de 1988, o direito e a liberdade de se ligarem horizontalmente a outros municípios no mesmo estado, em outros estados da federação e até em nível internacional por meio de organizações multilaterais.
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Na Coluna Identidade do mês temos o texto “Sustentabilidade - Um Ensaio de Prospectiva” que aborda a questão do porquê a paradigma oficial de pensamento - notadamente marcado pelo economicismo - tem se mostrado sistematicamente inacapaz de gerar diagnósticos ou apontar soluções para os desafios que nossa sociedade enfrenta.
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Como manter a identidade e a lealdade às raízes, à cultura de origem na era da globalização e da eliminação das fronteiras geográficas e políticas pelo avanço das tecnologias de ponta nos transportes e comunicações e pela redução de barreiras tarifárias a fim de facilitar o fluxo internacional de mercadorias, serviços e capitais?
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