Significa o voto da França e dos Países Baixos o fim da União Européia? Em artigo da Coluna Identidade, Henrique Rattner analisa o processo histórico de formação da União Européia, a atual crise do bloco e as lições para o Mercosul.
O relativo otimismo do século XXI, iniciado sob a hegemonia econômica e militar inconteste dos EUA, ficou abalado com o atentado terrorista contra as torres do World Trade Center de Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001. Evento que foi seguido de campanhas militares no Afeganistão e no Iraque cujo desfecho permanece imprevisível.
No início do século XXI, nossa sociedade enfrenta a desanimadora perspectiva de uma interminável crise urbana, conseqüência de um modelo irracional de ocupação do espaço, agravada por uma política econômica recessiva e insensível às necessidades e aspirações da maioria da população.
A revista The Economist, em seu número de 22/01/05, traz um artigo interessante e polêmico sobre a Responsabilidade Social das Empresas (RSE). Segundo seu autor, não caberia às empresas envolverem-se em obras sociais, assistenciais ou filantrópicas que devem ficar ao encargo do poder público em seus diferentes níveis.
Um dos setores mais discutidos e polêmicos da economia brasileira nesses últimos anos é o de geração e distribuição de energia. Economistas, administradores e homens de negócios se esmeram nas análises e cálculos de custo/benefício ou de rentabilidade de empreendimentos perfeitamente legítimos no regime de mercado em que o objetivo central é o lucro no prazo mais curto e com o mínimo de risco. Quais critérios de análise e avaliação deveriam ser considerados no setor de energia?
Vários leitores, ao comentarem o texto Economia Solidária - Por que?, apontaram para os aspectos aparentemente positivos e as vantagens hipotéticas da concorrência e da competitividade entre empresas e também entre nações.
Sossegue, leitor, não se trata de uma resenha ou crítica literária do célebre romance de Fjodor M. Dostojewski, publicado na segunda metade do século XIX. A associação surgiu por ocasião da leitura de uma notícia na Folha de S. Paulo sobre o desabamento de um prédio de moradia matando cinqüenta pessoas no Cairo, Egito.
A comparação entre os dois países impõe-se como um exercício crítico dos caminhos e estratégias de desenvolvimento seguidos pelas duas sociedades nos últimos vinte e cinco anos. A visita recente do presidente da China, Hu Jintao, à Brasília, DF, na segunda metade de novembro de 2004, enseja a oportunidade de uma avaliação comparativa da situação e das perspectivas dos dois países nesse limiar do século 21.