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Desenvolvimento Sustentável
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O G8 – grupo formado pelos sete paises mais ricos do mundo e a Rússia – reconheceu nesta sexta-feira (7) que o aquecimento global representa um "desafio a longo prazo" para o planeta. Apesar do reconhecimento do problema, a declaração conjunta divulgada após a cúpula do grupo acontecida semana passada em Gleneagles, Escócia, não estabelece compromissos e metas claras de redução das emissões dos chamados gases-estufa, responsáveis pelo aumento das temperaturas, para os países industrializados. Representantes dos movimentos ambientais criticaram o documento, classificando-o como muito genérico.
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Uma iniciativa que busca desenvolver padrões e selos de eficiência energética para os eletrodomésticos fabricados pelos países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e pelo Chile pretende reduzir em cerca de 5% o consumo de energia na região. A queda viria associada a uma diminuição das emissões de dióxido de carbono (CO2) por usinas termoelétricas que usam carvão, óleo combustível ou gás natural.
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O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, descarta que seu país venha a se comprometer na aceitação de limites nas emissões de dióxido de carbono, como os definidos no protocolo de Kyoto sobre a mudança climática.
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Em entrevista à BBC, Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, disse que o problema é real e precisa ser enfrentado. “Estamos em uma situação precária”, disse Pachauri, que fez as declarações durante preparativos para a cúpula do G8, nesta semana na Escócia. O clima deve ser um dos temas a ser discutidos.
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O Juiz Federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior, da Vara Ambiental, reconheceu nesta terça-feira (28) que a caça amadorista não podem ser liberadas nem licenciadas porque não têm finalidade socialmente relevante, não condizem com a dignidade humana, não contribuem para a construção de uma sociedade livre, justa e solidária e porque submete os animais silvestres a crueldade. A decisão atinge ao território do Estado do Rio Grande do Sul.
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O custo mundial dos danos provocados por enchentes, tufões e outros incidentes climáticos deve aumentar para US$ 27 bilhões (cerca de R$ 63, 8 bilhões) até 2080, a não ser que governos comecem a tomar medidas imediatas para diminuir as emissões de gás carbônico (C02) na atmosfera. O alerta foi dado pela Associação de Seguradoras Britânicas (ABI, na sigla em inglês).
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